Curitiba!

Jardim Botânico

Finalmente um tempinho para contar sobre a minha última viagem de férias do ano, antes que o ano acabe. Local escolhido? Curitiba, cidade fofa, verde e que eu ainda não conhecia. 🙂

A primeira impressão ao chegar e que se confirmou durante a viagem: que cidade limpa! As ruas muito limpas mesmo, até no que podemos chamar de centrão da cidade.

Depois, que belezas de parques públicos! Árvores, árvores, árvores, flores e mais flores. O Parque Tanguá é realmente de encher os olhos de tão lindo. Um local pra passar o dia inteirinho, conhecendo os jardins, os lagos, fazendo caminhadas…  O Jardim Botânico, então, dispensa comentários.  Os bosques do Alemão e do Papa também são bem bonitinhos e valem a visita. A trilha de João e Maria, no primeiro bosque, é uma ótima opção pra levar a criançada.

O centro histórico também é uma graça e bastante convidativo. A feirinha do Largo da Ordem, que acontece todos os domingos, é uma opção pros amantes das feirinhas e souvenirs. Mas prepare as pernas porque a feira é imensa!

Ah! É no Largo da Ordem que você encontra também vários bares, entre eles o Bar do Alemão, tradicional e disputado por turistas e moradores da cidade. Lá tem vários tipos de chopps, claros e escuros, mas o mais famoso é mesmo o Submarino, aquele que vem com uma canequinha de Steinhaeger que você pode levar de lembrança.

Parque

E por falar em bares, a culinária local também é outra coisa maravilhosa. Desde os restaurantes mais arrumadinhos até a padaria de esquina próxima ao Parque Tanguá com seu pão e hambúrguer caseiro. E para quem curte a culinária italiana, a dica é visitar o bairro Santa Felicidade.

E para conhecer os vários pontos turísticos da cidade, nada melhor do que a Linha Turismo de Curitiba, uma linha especial de ônibus de turismo de dois andares que circula por toda a cidade.

Rua das Flores  Bondinho

Piri Piri

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Logo ali, pertinho de Brasília, encontra-se uma cidadezinha fofa e aconchegante que é de visitação obrigatória para quem gosta de mudar um pouco a rotina e encher a alma de boas vibrações: Pirenópolis.

Com ladeiras e ruas de pedras cercadas por casas em estilo colonial e singelas igrejinhas, além das inúmeras e refrescantes cachoeiras, a cidade tombada oferece um turismo bucólico, natural e histórico bastante agradável.

De manhã, caminhar pela cidade, visitar as cachoeiras e fazer um pouco de ecoturismo. Para quem é de aventura, as opções são várias, como rapel, raftin, tirolesa e boia-cross. Para quem é de cultura, vale aquele passeio pela cidadezinha histórica. E, claro, para quem curte uma baladinha, os vários bares e restaurantes oferecem música ao vivo, comidinhas regionais e cerveja gelada.

Melhor do que isso aí, só chegar à cidade, sem querer querendo, no período das cavalhadas, como foi o meu caso. Nessa época do ano, a cidade está transpirando ainda mais cultura e folclore, com muitos turistas, cores e música. Para quem não conhece, a cavalhada acontece sempre um mês e meio depois da páscoa e consiste numa encenação em que cavaleiros revivem lutas medievais envolvendo mouros e cristãos. Nas ruas, a gente esbarra em procissões de bandeiras, espetáculos, além das figuras folclóricas e seus cavalos fantasiados tirando fotos com turistas. Tudo muito lindo de se ver 🙂

Bon bini a Curaçao ♥

 

Finalmente arrumei um tempinho para falar da deliciosa viagem a Curaçao, uma das Antilhas holandesas que me deixou encantada e com vontade de voltar urgentemente.

Primeiro, vale dizer que escolhi Curaçao porque queria conhecer o Caribe, mas não queria só praia. Estava a fim também de algo que tivesse um ar de cidadezinha diferente, para explorar, conhecer as peculiaridades culturais e, claro, feirinhas, lojinhas, aquela coisa de turista deslumbrada mesmo ahaha.

Pois bem, Curação agradou tanto pelas belíssimas praias, como pela fofa cidadezinha, colorida e com sua ponte móvel para pedestres que completa o belo visual caribenho.

Não fui ao local esperando muito luxo, atrás de resorts ou coisa do tipo. Um dos motivos pelo qual me dei tão bem em Curação. Primeiro, acertamos no hotel Scuba Lodge, que tem a maior cara de albergue, de tão colorido, agradável e sem frescura. Com um barzinho na beira da praia que funciona o dia todo, um quiosque com equipamentos de mergulho e o atendimento – e acolhimento – de jovens e lindos holandeses intercambistas, a estadia no hotel se tornou muito, mas muito agradável.

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Mas falando das praias… Tem para todos os gostos, viu? Para quem quer azaração, praias “shoppinadas”, repletas de lojinhas, música e festas calientes até o dia raiar, a Sea Aquarium Beach é O point. Também tem a Jan Thiel Beach que oferece uma mega estrutura e conta com o Papagayo Beach Club, um clube e restaurante meio chiquezinho.

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Agora, as mais liiiiiindas praias mesmo são as mais distantes e com pouca estrutura. Kenepa Grandi é certamente a mais bonita praia da região, com uma vista imperdível para fotos. Ela fica um pouco distante do centro, uns 40 minutos de carro, mas vale cada quilômetro rodado. :p Outras imperdíveis são Cas Abao, Porto Marie e até Playa Lagun, que é perfeita para snórkel. Aliás, não dá nem vontade de parar de fazer snórkel nessas praias super calmas e de águas mega transparentes…

Ah sim! Conhecer o centro de Punda e Otrobanda (os dois principais barros de Curaçao); passear pelas lojinhas; escutar um pouco a língua local, o papiamento; e sentar e tomar uma pina colada num daqueles bares, enquanto a ponte flutuante Queen Emma se move para os barcos passar,  também são coisas que, definitivamente, você não pode deixar de fazer em Curação 😉

Férias pra que te quero!

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Gente, não sei vocês, mas quando eu vou viajar de férias, faço uma pesquisa tão minuciosa do lugar e um roteiro tão organizado, que mais parece um guia de pacote de agência de turismo. E posso dizer que essa é uma das partes que mais curto da viagem. Acho tão bom descobrir previamente as curiosidades do lugar, ler dicas de outras pessoas sobre os melhores pontos pra visitar e, principalmente, chegar no destino e não ficar perdida ou acabar escolhendo mal os passeios.

Sei lá, acho que talvez eu seja muito metódica. E talvez também por isso, a parte que eu achava mais divertida ao “brincar de Barbie” era arrumar a casa. Passava hooooooras fazendo isso! (Ops, é, eu brincava de Barbie)

Mas, bem. Desta vez o destino é Curaçao. Eu não conheço nenhuma das Antilhas Holandesas, mas dentre elas, achei que Curaçao pudesse ser a mais interessante, por ter, além das belas praias, uma relevante parte histórica, cultural e arquitetônica.

Bem, vamos ver se eu acertei! 🙂

Sampa

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Finalmente, as últimas férias do ano! E nada como dar uma passadinha de quatro dias em Sampa, antes de esticar as pernas em casa por mais onze 🙂

Mesmo correndo, deu pra aproveitar algumas das coisas ótimas da cidade, como a Liberdade, o corre-corre da Avenida Paulista, o Museu da Língua Portuguesa e as comidinhas sempre maravilhosas. Eis aqui algo do que consegui ver nesse pouquíssimo tempo:

Mônica Parade – Certamente, a melhor coisa de chegar semana passada em São Paulo foi me deparar com várias Mônicas “customizadas” por toda a cidade. Adoro a Turma da Mônica! Mas também, existe alguém que não? Pois é, para comemorar os 50 anos da personagem de Maurício de Souza, vários artistas deram o seu tom às 50 esculturas, que podem ser conferidas na Avenida Paulista, Consolação, Parque Ibirapuera, Parque da Independência, entre tantos outros lugares. Eu só tive a chance de ver pouquíssimas, mas já deu pra ter um gostinho. Saiba mais sobre a exposição aqui.

Exposição CAZUZA mostra sua cara – Tiramos um tempinho também para visitar a exposição de Cazuza no Museu da Língua Portuguesa. O Museu é aquele espetáculo de tecnologia e interatividade que a gente já conhece. E a exposição está bem legal também, com uma galeria de imagens do cantor, suas obras e curiosidades sobre a sua vida. Mais sobre a expo e o Museu aqui.

Vermont – Essa é uma das casas GLS da capital, indicada por pessoas que moram lá e bem cotada em sites como o Foursquare. Pois bem, fomos lá pra conhecer e o local é realmente bem agradável. Tinha uma bandinha de Pop Rock tocando alguns hits, que não chegava a animar muito o público não. Mas, pra nossa sorte, quem animou o local foi Leo Áquila, que até então eu não fazia a menor ideia de quem se tratava. Mas a drag queen e ex-integrante do reality “A Fazenda” subiu no palco e fez a galera dançar um pouquinho com músicas como Garçom :p

Mori Sushi e Famiglia Mancini – Bem, para comer acertamos em cheio nesses dois restaurantes. O japonês Mori Sushi é o que há de tão maravilhoso. O rodízio é bem carinho, R$79,00, até mais caro que o meu preferido de Brasília, mas certamente vale a pena conhecer. A única ressalva fica pro shimeji na manteiga, pois achei o gosto meio estranho.

Já o tradicionalíssimo Famiglia Mancini, não me pareceu tão caro, tendo em vista que um prato de R$82,00 dá para três pessoas tranquilamente. Sem falar no buffet de antepastos, que também é maravilhoso e sai a R$9,00 o quilo. Tudo muito bom. Pedimos um dos pratos mais simples, um espaguete a bolonhesa com vinho tinto, e certamente repetiria a opção em uma nova visita.

Oscar Freire – E, por fim, falo aqui do passeio nessa rua tão chique quanto caríssima só pra registrar o seguinte: Comprei na loja das Havainas uma sandália mais barata do que uma idêntica na lojinha de Havainas aqui da Asa Sul. Como pode Brasília ser tão careira?

Gramado & Canela

Gramado e Canela :)

Para uma nordestina radicada no Cerrado, passar férias no sul do país, em pleno dias gelados de julho, foi uma tarefa, digamos assim, um tanto engraçada.

Mesmo com luvas, gorro, cachecol e tudo que eu tinha direito, voltei correndo para o aquecedor do hotel no primeiro passeio ao centro de Gramado. Nossa, que gelo!!

Tudo bem, logo percebi que eu podia abusar de algumas roupas térmicas a mais e até usar duas luvas na mesma mão.

Mas, depois do susto e de saber como me proteger dos pouquíssimos graus marcados pelos termômetros nas praças, saí para aproveitar os deliciosos chocolates quentes, fondues, sopas de capelete, chocolates e todas as delícias da cidadezinha.

Lindas as cidades. Tanto Gramado como Canela. Vale muito a pena fazer essa viagem, apesar de reconhecer o quão careiras são as coisas nesse local essencialmente turístico.

Fiquei num hotelzinho bem na fronteira Gramado-Canela, ao lado do museu de Cera e Fábrica de Chocolate. Achei o local ideal, apesar de estar a 3km do centro de Gramado. Mas vale salientar que lá transporte é algo muito fácil de se conseguir, já que o hotel e restaurantes sempre oferecem esse serviço.

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E o passeio de Maria Fumaça pelas cidades de Carlos Barbosa, Garibaldi e Nova Petrópolis? Com direito a música e cantora cantando “Volare” na chegada da estação, danças tradicionais durante o trajeto e vinhos, champanhes e sucos de uva em todas as paradinhas.

Sem falar, claro, nos parques naturais e temáticos, como Parque do Caracol, Minimundo, Lago Negro, Mundo a Vapor… Tudo bem cuidado, bem bolado e pronto para atrair  até o turista mais blasé.

Já eu, que sou a turista mais boba pra essas coisas, voltei pra casa cheia de sacolinhas com chocolates, bonequinhos, malhas e morrendo de vontade de voltar pra esse lugar,, que mais parece de brinquedo =)

Um tango pra distrair

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Pra fugir um pouco de todas essas manifestações e discussões políticas, resolvi comer uma bolachinha, enquanto relembrava um pouco da viagem relâmpago que fiz a Buenos Aires, no Carnaval.

Nada como três noites em terras argentinas, correndo para conseguir ver, se não todos, os principais pontos turísticos da cidade. Bosques de Palermo, Jardim Japonês, Recoleta, Caminito, San Telmo, Plaza de Mayo, Puerto Madero… Com um roteirinho já pré- estabelecido e a boa vontade das companheiras de viagem deu pra voltar com um saldo bem positivo para uma viagem tão curta.

No meio de nossa correria e das ruas estavam as “murgas”, espécies de blocos carnavalescos locais, que deixaram a cidade ainda mais colorida, com pessoas de roupas engraçadas dançando e brincando num modesto carnaval. Lendo depois, descobri que essas murgas geralmente possuem músicas e encenações de cunho político, mas passei bem longe de deduzir isso quando esbarrei com elas nas ruas de Palermo.

E mesmo com os minutos contados, algumas paradinhas acho que foram indispensáveis pra sentir o gostinho da cidade: um sorvete na Freddo, um almoço em Puerto Madero e um café no Histórico La Biela.

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Para quem tem, assim como eu, uma espécie de tara em feirinhas de rua, Buenos Aires também não nos deixa na mão. Consegui encher uma sacolinha de bugigangas encontradas em feirinhas nos bairros de Palermo, Recoleta, Caminito e, claro, na famosa feira de San Telmo.

Por fim, os encantos dos tangos e seus personagens também podem ser apreciados em vários pontos da cidade, desde os dançarinos de rua até as casas de shows, das mais modestas às mais hollywoodianas. Escolhemos ir ao El Querandi, que oferece um espetáculo de tango genuíno em local pequeno, mas bem aconchegante, onde ficamos praticamente coladas no palco.

Como falei, uma viagem tão curtinha quanto agradável, que nos deixou com um gostinho de alfajor sabor quero-mais da capital argentina ♥