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O simples fato…

“O simples fato de a maioria, por maior que seja, concordar com uma determinada lei, ainda que com convicção, não faz com que ela seja uma lei justa.”

(Michael J. Sandel – Justiça)

Inauguro essa singela seção do blog com uma frase que encontrei no livro Justiça – O que é fazer a coisa certa, do professor da Harvard Michael J. Sandel. O trecho é trazido no capítulo sobre Kant, em que Sandel discorre sobre a questão de direitos humanos para aquele autor.

Mas lembrei por acaso disso ao ler algumas coisas sobre os absurdos risíveis da CDH de Marco Feliciano, que tenta agora emplacar um plebiscito sobre a legitimidade ou não do casamento homoafetivo. Como se ele e seus comparsas não soubessem que direitos e garantias individuais nunca poderão ser decididos dessa forma, que isso é algo tão inconstitucional quanto ilógico. Eles sabem, porém usam um argumento que certamente consegue convencer a multidão de ignorantes que cegamente os segue.

Sampa

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Finalmente, as últimas férias do ano! E nada como dar uma passadinha de quatro dias em Sampa, antes de esticar as pernas em casa por mais onze 🙂

Mesmo correndo, deu pra aproveitar algumas das coisas ótimas da cidade, como a Liberdade, o corre-corre da Avenida Paulista, o Museu da Língua Portuguesa e as comidinhas sempre maravilhosas. Eis aqui algo do que consegui ver nesse pouquíssimo tempo:

Mônica Parade – Certamente, a melhor coisa de chegar semana passada em São Paulo foi me deparar com várias Mônicas “customizadas” por toda a cidade. Adoro a Turma da Mônica! Mas também, existe alguém que não? Pois é, para comemorar os 50 anos da personagem de Maurício de Souza, vários artistas deram o seu tom às 50 esculturas, que podem ser conferidas na Avenida Paulista, Consolação, Parque Ibirapuera, Parque da Independência, entre tantos outros lugares. Eu só tive a chance de ver pouquíssimas, mas já deu pra ter um gostinho. Saiba mais sobre a exposição aqui.

Exposição CAZUZA mostra sua cara – Tiramos um tempinho também para visitar a exposição de Cazuza no Museu da Língua Portuguesa. O Museu é aquele espetáculo de tecnologia e interatividade que a gente já conhece. E a exposição está bem legal também, com uma galeria de imagens do cantor, suas obras e curiosidades sobre a sua vida. Mais sobre a expo e o Museu aqui.

Vermont – Essa é uma das casas GLS da capital, indicada por pessoas que moram lá e bem cotada em sites como o Foursquare. Pois bem, fomos lá pra conhecer e o local é realmente bem agradável. Tinha uma bandinha de Pop Rock tocando alguns hits, que não chegava a animar muito o público não. Mas, pra nossa sorte, quem animou o local foi Leo Áquila, que até então eu não fazia a menor ideia de quem se tratava. Mas a drag queen e ex-integrante do reality “A Fazenda” subiu no palco e fez a galera dançar um pouquinho com músicas como Garçom :p

Mori Sushi e Famiglia Mancini – Bem, para comer acertamos em cheio nesses dois restaurantes. O japonês Mori Sushi é o que há de tão maravilhoso. O rodízio é bem carinho, R$79,00, até mais caro que o meu preferido de Brasília, mas certamente vale a pena conhecer. A única ressalva fica pro shimeji na manteiga, pois achei o gosto meio estranho.

Já o tradicionalíssimo Famiglia Mancini, não me pareceu tão caro, tendo em vista que um prato de R$82,00 dá para três pessoas tranquilamente. Sem falar no buffet de antepastos, que também é maravilhoso e sai a R$9,00 o quilo. Tudo muito bom. Pedimos um dos pratos mais simples, um espaguete a bolonhesa com vinho tinto, e certamente repetiria a opção em uma nova visita.

Oscar Freire – E, por fim, falo aqui do passeio nessa rua tão chique quanto caríssima só pra registrar o seguinte: Comprei na loja das Havainas uma sandália mais barata do que uma idêntica na lojinha de Havainas aqui da Asa Sul. Como pode Brasília ser tão careira?